domingo, 4 de julho de 2010

Introdução
Era dos dragões, muito antes de se conhecer as religiões e as tribos, todos os povos viviam em harmonia entre si, entre os povos havia uma espécie rara e desconhecida de doença, a qual deixava a pele e a personalidade da pessoa com um aspecto estranho, era quase como um esverdeado, esta doença foi apelidada de Pandora, a origem do mal.
Como era de praxe, todas as manhãs Delita ia caçar com seu pai Chronus, mas estava com um pressentimento naquela manhã, ventava e o vento fazia um barulho ensurdecedor ao passar pelas rochas do desfiladeiro da morte, era quase como um canto fúnebre, aquele sentimento não havia sido sentindo nunca por nenum habitante da terra, Delita sentia-se desconfortável ao pisar sobre a grama baixa que escondia ossos de homens e animais, aquele lugar com certeza parecia como o cemitério que habitava suas visões em seu pesadelos frequentes.
Ao perceber seu filho agindo estranhamente Chronus pede a ele que fale qual o motivo de tanto medo...
-Filho, conte-me o que acontece com você?
-Você não parece bem? Indaga Chronus.
-Pai, estou tendo pesadelos...Responde Delita
-Pesadelos?!?! Conte-me mais sobre eles...
-Bom pai o pesadelo começa da seguinte forma...
Ao explicar o pesadelo e como tudo ia se encaixando de uma forma assustadora, Chronus resolve voltar ao acampamento, chama Delita e voltam apressadamente em um passo quase como se fosse uma corrida...
Enquanto corriam, Chronus pergunta:
-Filho, você sabe que sua mãe era o oráculo da nossa aldeia?
-Sim. -Responde Delita
Mais uma vez fez-se um silêncio quase que congelante, Delita empunha seu arco e com um golpe de ombro empurra seu pai, que cai sobre um arbusto, ao olhar para o lado vê um monstro enorme em uma luta quase que inacreditável com delita, era um montro diferente de tudo o que haviam visto até hoje, era como se fosse um globo de carne com quatro olhos, o que mais assustava eram seus dentes e uma espécie de chama negra a qual denominava-se Amat, rumores diziam que aquela chama só se apaga se o conjurador morre, nesse caso nosso monstro.
Com o primeiro golpe de Delita o monstro havia perdido a visão de um dos olhos, um aspecto estranho era de que cada olho tinha uma cor diferente, Chronus ao estudar rapidamente o monstro grita para delita:
-Os olhos!! acerte os olhos!!
Ao gritar ele atrai a atenção do monstro que em um ataque furioso lança uma labareda de chama e como estava imobilizado, Chronus não consegue desviar e acaba sendo queimado, Delita agora luta contra o tempo para salvar seu pai.
Cada grito agonizante de Chronus, lembrava Delita de seu sonho no qual via seu pai caindo em um abismo, será que o culpado foi ele que não deu importância para os sinais? Enquanto ele pensava ia desferindo golpes furiosos contra o monstro que parecia que se divertia com a situação.
Após uma intensa luta, Chronus acaba perdendo a vida e junto com ela se foi o segredo do povo de Chronus, Delita furioso tenta desesperadamente acertar o monstro, e após alguns golpes e já exausto, o monstro analisa bem delita e diz:
-Seu nome é delita certo?
Delita espantado com aquele monstro asqueroso podendo se comunicar, grita furiosamente:
-POR QUÊ?!?! Qual o motivo de você matar meu pai?
-Você tem uma força incomum, e poderá mudar o mundo-diz o monstro- o mundo está prestes a mergulhar em uma era de pesadelo e travas, você terá que encontrar 4 crianças, das quais irá cuidar e ensinar os fundamentos básicos da cultura de seu povo.
-Quem é você para me dizer o que fazer? O que você sabe de trevas? Qual o propósito de matar meu pai? -Indaga Delita, já mais calmo.
-A história é bem comprida então sente-se e escute...
Continua...

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